O uso excessivo das redes sociais no trabalho pode destruir e desempregar

O uso de redes sociais, para muitas pessoas, se tornou um vício e é muito difícil a própria pessoa perceber o quanto está envolvida e assumir que está usando as redes sociais a ponto de, no caso de vigilantes, colocar sua vida em risco e a de outras pessoas ou patrimônio, ou até de perder o emprego com demissão por justa causa.

O bom senso, o profissionalismo, o compromisso e a necessidade do emprego devem conduzir as ações do trabalhador em seu local de trabalho. Já temos muitos casos na categoria de demissões por uso de redes sociais no posto de serviço, fato que vem ocorrendo no Brasil todo e também com outras profissões que exigem atenção redobrada.

Preocupada com esta situação, reconhecendo o momento de crise e desemprego, a direção do Sindicato dos Vigilantes do DF faz um alerta aos (às) vigilantes que fazem uso das redes sociais em seu local de trabalho, para que repensem essa atitude antes que algo ruim aconteça, como a demissão ou algum fato que coloque vidas e patrimônio em risco por causa de desatenção.

Devemos nos perguntar sempre se estamos utilizando a tecnologia e as redes sociais a nosso favor, a favor do nosso emprego, da nossa segurança, da nossa vida, do nosso fortalecimento, da valorização e do respeito profissional ou o contrário?

Comunicação serve para unir ou separar as pessoas?

Os riscos são reais, veja:

– As empresas estão monitorando as redes sociais e identificando o comportamento de quem se expõe ali. A imprensa está falando disso todo dia. E se um vigilante tem seu emprego vetado numa empresa de forma estranha, já é resultado desse monitoramento e da sua exposição inconsequente nas redes. Muitas empresas também analisam o perfil do empregado fora do trabalho, se posta vídeos ou faz comentários que atentem contra a dignidade humana, se não respeitam as mulheres e as demais minorias, se mostram um comportamento duvidoso e que atente com o cargo que ocupa. Enfim, são inúmeras situações que hoje estão expostas nas redes sociais e que sim, são monitoradas por empresas, que exigem comportamento adequado de seus empregados para o exercício de suas atividades.

– Colegas de outros estados já perderam a vida por descuido, por estarem no posto cuidando de redes sociais e esquecendo de si próprio e da sua segurança;

– Outros já perderam o emprego e até a família por áudios ou vídeos irresponsáveis no posto de serviço ou pela desatenção com a câmeras do próprio posto.

Bem, a nós cabe alertar, lembrar da responsabilidade de cada um com sua vida e com a dos outros.

Sigamos a grande maioria dos profissionais de segurança privada. Sejamos profissionais, responsáveis, inteligentes e solidários.


SindesvDF Sempre Vigilante em Defesa da Categoria

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