{"id":13994,"date":"2020-03-30T10:34:11","date_gmt":"2020-03-30T13:34:11","guid":{"rendered":"http:\/\/sindesvdf.com.br\/news\/?p=13994"},"modified":"2020-03-30T10:36:12","modified_gmt":"2020-03-30T13:36:12","slug":"13994-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindesvdf.com.br\/news\/13994-2\/","title":{"rendered":"Em hospitais ou nas ruas, leia hist\u00f3rias de quem atua em \u00e1reas essenciais"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_13995\" aria-describedby=\"caption-attachment-13995\" style=\"width: 700px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-13995 size-full\" src=\"http:\/\/sindesvdf.com.br\/news\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/vigilante-h.png\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/sindesvdf.com.br\/news\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/vigilante-h.png 700w, https:\/\/sindesvdf.com.br\/news\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/vigilante-h-300x171.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-13995\" class=\"wp-caption-text\">Correio ouviu profissionais que atuam em fun\u00e7\u00f5es essenciais para a popula\u00e7\u00e3o e n\u00e3o t\u00eam outra op\u00e7\u00e3o sen\u00e3o a de permanecer na linha de frente, em hospitais ou nas ruas, para garantir a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os indispens\u00e1veis \u00e0 popula\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">O isolamento social necess\u00e1rio no combate \u00e0\u00a0<strong>Covid-19<\/strong>\u00a0tem como exce\u00e7\u00e3o algumas \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o essenciais em que trabalhar de casa n\u00e3o \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o. Desempenham essas tarefas homens e mulheres que t\u00eam se esfor\u00e7ado dia e noite para garantir a oferta de servi\u00e7os indispens\u00e1veis neste per\u00edodo de crise pand\u00eamica: sa\u00fade, seguran\u00e7a, transporte, comunica\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de com\u00e9rcios espec\u00edficos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">Ao\u00a0<strong>Correio<\/strong>, alguns desses profissionais contam como a rotina mudou e por que os cuidados se intensificaram. A preocupa\u00e7\u00e3o com a sa\u00fade come\u00e7a desde a sa\u00edda para o expediente e continua na volta para casa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">O momento requer adapta\u00e7\u00f5es e mudan\u00e7a de h\u00e1bitos, principalmente em nome da empatia e da solidariedade. Enquanto algumas pessoas n\u00e3o t\u00eam op\u00e7\u00e3o sen\u00e3o a de trabalhar sob constante risco de serem infectadas pelo coronav\u00edrus, voc\u00ea, se puder, permane\u00e7a em casa por elas.\u00a0<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>Na limpeza da cidade<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">A fun\u00e7\u00e3o do gari\u00a0<strong>Francisco Rodrigues Martins<\/strong>, 38 anos, envolve fazer o poss\u00edvel e o imposs\u00edvel para n\u00e3o se contaminar ou deixar que outras pessoas se contaminem. Das 7h \u00e0s 14h, ele e uma colega varrem as ruas de Taguatinga. \u201cEstamos tentando nos precaver. Tamb\u00e9m pedimos \u00e0 popula\u00e7\u00e3o que, ao descartar materiais de uso pessoal, como m\u00e1scaras, copos, luvas e seringas, coloquem esses itens em sacos separados, com identifica\u00e7\u00e3o, para nos ajudar\u201d, recomenda. Ao voltar para casa, antes de ir direto para o chuveiro, o ritual de Francisco tamb\u00e9m \u00e9 met\u00f3dico: tirar todo o uniforme, esterilizar as botas, al\u00e9m de lavar rosto, pernas e bra\u00e7os com \u00e1gua e sab\u00e3o. Sem a possibilidade de fazer home office, ele pede que os brasileiros s\u00f3 deixem as resid\u00eancias quando extremamente necess\u00e1rio. \u201cTomem bastante cuidado. Se todo mundo estiver atento e fizer a pr\u00f3pria parte, vamos vencer essa guerra.\u201d<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>No transporte de passageiros<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">\u201c\u00c9 um momento dif\u00edcil para todos, n\u00e3o s\u00f3 para a gente\u201d, define o motorista de \u00f4nibus\u00a0<strong>Francimar Saturnino de Barros<\/strong>, 33. A exposi\u00e7\u00e3o ocorre diariamente durante o itiner\u00e1rio Riacho Fundo 2-W3 Sul e Norte. Ao longo de cinco horas, ele transporta passageiros para diferentes destinos. \u201cEm cada viagem, h\u00e1 de cinco a oito idosos. E, neste per\u00edodo de pandemia, \u00e9 meio complicado, pelo fato de eles serem mais vulner\u00e1veis\u201d, conta. Mesmo com a queda de cerca de 260 passageiros para aproximadamente 15 a cada trajeto, Francimar toma atitudes preventivas. \u201cUsamos \u00e1lcool em gel constantemente e, no terminal, h\u00e1 uma equipe que higieniza os \u00f4nibus, enquanto vamos ao banheiro para lavar as m\u00e3os e seguir a jornada\u201d, detalha. \u201c\u00c9 um momento delicado, complicado. Uma hora, a pandemia chegar\u00e1 mais forte aqui (no pa\u00eds), mas temos de lutar sempre e jamais desistir\u201d, completa o motorista.<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>No vaiv\u00e9m dos brasilienses<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">Enquanto os coletivos estiverem circulando pelo Distrito Federal, a cobradora de \u00f4nibus\u00a0<strong>Danielly Andrade<\/strong>, 29, n\u00e3o pode parar. Moradora de Samambaia Sul, ela comenta que faz parte de uma classe que \u00e9 a \u00faltima a dormir e a primeira a acordar. Por isso, pede a conscientiza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o em nome de quem n\u00e3o pode ficar em casa com a fam\u00edlia. \u201cMeus filhos e minha av\u00f3 est\u00e3o com a minha m\u00e3e, pois temos de tomar medidas para nos prevenir. Trabalho mexendo com dinheiro, e sabemos que podemos nos contaminar (por meio dele)\u201d, lembra. Apesar do n\u00famero crescente de casos da Covid-19, Danielly pede que as pessoas n\u00e3o fiquem apavoradas diante da crise e que s\u00f3 saiam em caso de extrema necessidade. \u201cTodos queremos trabalhar para que n\u00e3o haja um caos em Bras\u00edlia, mas pe\u00e7o que a popula\u00e7\u00e3o tenha consci\u00eancia. Assim, as pessoas que sabemos que n\u00e3o podem parar de trabalhar, podem continuar.\u201d\u00a0<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>No resgate de pessoas<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">H\u00e1 20 anos na fun\u00e7\u00e3o de socorrista, o sargento do Corpo de Bombeiros\u00a0<strong>Alex Pereira Alves<\/strong>, 42, sabe da necessidade de se precaver. \u201cTem a preocupa\u00e7\u00e3o de acabarmos nos contaminando e transmitindo (o coronav\u00edrus) para parentes. Fora isso, h\u00e1 a quest\u00e3o psicol\u00f3gica. Por mais que sejamos treinados para lidar com situa\u00e7\u00f5es extremas, um cen\u00e1rio como esse acaba trazendo medo\u201d, confessa. O militar n\u00e3o entra em casa fardado, retira o coturno ao chegar e coloca o uniforme direto na m\u00e1quina de lavar. Para evitar riscos \u00e0 sa\u00fade dos pais, que t\u00eam mais de 60 anos, Alex os levou para uma ch\u00e1cara da fam\u00edlia. \u201cA dica que posso dar como socorrista \u00e9 o lockdown (isolamento). A letalidade (da doen\u00e7a), por menor que seja, pode tornar-se maior na medida em que hospitais n\u00e3o poder\u00e3o mais atender a pessoas contaminadas por falta de respiradores e de estrutura f\u00edsica\u201d, alerta o sargento.<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>No policiamento ostensivo<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">Ainda que uma parte da popula\u00e7\u00e3o esteja em quarentena, ocorr\u00eancias policiais n\u00e3o deixam de acontecer. O tenente da Pol\u00edcia Militar\u00a0<strong>Leandro Almeida<\/strong>, 37, observa que, nas \u00faltimas semanas, houve queda em alguns tipos de registros na regi\u00e3o onde ele atua, que inclui Taguatinga, \u00c1guas Claras e Vicente Pires. Enquanto roubos a com\u00e9rcio ca\u00edram, den\u00fancias de perturba\u00e7\u00e3o do sossego de vizinhos subiram. Leandro considera a situa\u00e7\u00e3o \u201cbem complicada\u201d e acredita que as pessoas devem fazer as atividades necess\u00e1rias com o devido cuidado, especialmente se tiverem em casa pessoas com mais chances de desenvolver um quadro grave da Covid-19. \u201cMesmo que discordemos de algumas quest\u00f5es, quando seguimos orienta\u00e7\u00f5es das autoridades competentes, podemos cobrar depois. Vamos nos atentar \u00e0s informa\u00e7\u00f5es que s\u00e3o oficiais e trabalhar com dados reais, n\u00e3o com aquilo que achamos\u201d, destaca o militar.\u00a0<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>Na entrega de pedidos<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">\u00c9 de entregas que o motoboy <strong>Alessandro da Concei\u00e7\u00e3o<\/strong>, 27, tira o pr\u00f3prio sustento. Nesta fase em que o servi\u00e7o de delivery est\u00e1 em alta, o medo de quem trabalha no ramo aumentou. \u201cFoi muito dif\u00edcil achar produtos como \u00e1lcool em gel. N\u00e3o fui trabalhar por uma semana por causa disso, pois n\u00e3o tinha como fazer essa higieniza\u00e7\u00e3o das m\u00e3os\u201d, relata. Nas ruas por mais de 12 horas di\u00e1rias, ele entende a necessidade de trabalhar com itens de prote\u00e7\u00e3o individual. Mesmo assim, enfrenta perrengues. \u201cOs clientes est\u00e3o bem receosos. E, entre os motoboys, vejo muita aglomera\u00e7\u00e3o. Fico bastante preocupado\u201d, desabafa. Cadastrado em tr\u00eas empresas de entrega, ele acredita que os motociclistas que atuam nessa \u00e1rea est\u00e3o na linha de frente. \u201cTemos de ver o que acontece na It\u00e1lia, porque levaram (a Covid-19) na brincadeira e n\u00e3o acreditaram que era s\u00e9ria. No Brasil, temos de levar isso como exemplo. \u00c9 muito importante que todos fiquem em casa.\u201d<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>Na transmiss\u00e3o de not\u00edcias<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">Lidar com o excesso de dados durante uma pandemia \u00e9 desafio dos jornalistas. Para\u00a0<strong>Humberto Rezende<\/strong>, 46, um dos editores do site do Correio, este per\u00edodo culmina em duas principais preocupa\u00e7\u00f5es: informar sem deixar as pessoas em p\u00e2nico e, ao mesmo tempo, manter a popula\u00e7\u00e3o ciente da gravidade que o momento representa. \u201cA cada nova mat\u00e9ria, temos de nos fazer essa pergunta: estou cumprindo meu papel de informar o que as pessoas precisam saber?\u201d, diz. Atualmente, o principal desafio tem sido lidar com o fato de parte dos funcion\u00e1rios trabalhar em home office. \u201cA reda\u00e7\u00e3o sempre foi um espa\u00e7o de muita troca de experi\u00eancias, que ajuda a pensar em pautas. Sinto falta disso. O jornalismo tem muito debate. Como \u00e9 uma profiss\u00e3o com responsabilidade muito grande do que voc\u00ea vai publicar ou de como vai apresentar determinada hist\u00f3ria, conversar, dialogar e pensar com os colegas \u00e9 muito importante.\u201d<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>No refor\u00e7o \u00e0 seguran\u00e7a<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">Independentemente da \u00e1rea em que atuam, os funcion\u00e1rios da Pol\u00edcia Civil est\u00e3o de sobreaviso. \u00c9 o caso da delegada\u00a0<strong>Anie Rampon Barretto<\/strong>, 41, que n\u00e3o pode trabalhar em regime de home office. Ela considera que o cen\u00e1rio \u00e9 de incerteza em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s consequ\u00eancias que o v\u00edrus pode causar e, por isso, ressalta a necessidade de a popula\u00e7\u00e3o seguir as orienta\u00e7\u00f5es do poder p\u00fablico. \u201cH\u00e1 decretos determinando o que pode ou n\u00e3o ser feito e normas sanit\u00e1rias que temos de seguir, independentemente de opini\u00e3o sobre o tema. E n\u00e3o segui-las pode constituir crime de desobedi\u00eancia ou contra a integridade f\u00edsica ou \u00e0s vidas de outras pessoas\u201d, refor\u00e7a a delegada. \u201c\u00c9 importante tamb\u00e9m nos atentarmos a eventuais perturba\u00e7\u00f5es nas resid\u00eancias vizinhas. \u00c9 um momento em que as pessoas mais vulner\u00e1veis ficam mais expostas a riscos. N\u00e3o fechem os ouvidos. Saibam que a pol\u00edcia continua trabalhando e pode ser acionada.\u201d<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>Na oferta de medicamentos<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">Donos de uma drogaria no P Sul, em Ceil\u00e2ndia, o comerciante\u00a0<strong>Francisco de Souza Loiola<\/strong>, 58, e a farmac\u00eautica Idalice Pozzebom, 34, resolveram isolar a \u00e1rea interna da loja, para que os clientes mantivessem dist\u00e2ncia e para que os idosos evitassem parar para conversar. \u201cA maioria \u00e9 bem carente para conversar e quase n\u00e3o tem companhia. Tentamos explicar para eles e, com o tempo, v\u00e3o entendendo\u201d, diz Idalice. A higieniza\u00e7\u00e3o do ambiente aumentou e o servi\u00e7o de entregas mudou. Agora, os dois levam os produtos \u00e0s casas, devidamente paramentados. \u201cVou de carro, luva, m\u00e1scara e fico longe. Levo a m\u00e1quina do cart\u00e3o dentro de uma sacola e o cliente s\u00f3 digita a senha\u201d, conta Francisco. \u201cFalta conscientiza\u00e7\u00e3o. Com todo mundo na rua, o sistema de sa\u00fade n\u00e3o vai suportar, n\u00e3o ter\u00e3o leitos suficientes para atender a quem se contaminar, por isso \u00e9 importante o isolamento social\u201d, completou Idalice.<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>Na vigil\u00e2ncia de hospitais<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-13996 size-medium\" src=\"http:\/\/sindesvdf.com.br\/news\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/vigilante-hosp-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/sindesvdf.com.br\/news\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/vigilante-hosp-300x225.jpg 300w, https:\/\/sindesvdf.com.br\/news\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/vigilante-hosp.jpg 675w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong><em>\u201cTemos de ter cuidado o tempo todo\u201d<\/em>,<\/strong> resume a vigilante\u00a0<strong>Claudiane da Costa<\/strong>, 46. No Hospital Regional de Brazl\u00e2ndia (HRBz), onde atua, ela se preocupa com o aumento da movimenta\u00e7\u00e3o de pessoas. \u201c<em><strong>Estamos orientando colegas a passar \u00e1lcool em gel nas m\u00e3os e providenciando kits de higiene e prote\u00e7\u00e3o individual. Mas o vigilante \u00e9 a porta de entrada da unidade de sa\u00fade. Temos contato com pacientes e com quem trabalha na \u00e1rea da sa\u00fade tamb\u00e9m. Um depende do outro<\/strong><\/em>\u201d, comenta. O recado de Claudiane \u00e9 o mesmo para familiares, amigos e para quem frequenta o HBRz: \u201c<em>Meu pedido \u00e9 para que as pessoas v\u00e3o apenas em casos de urg\u00eancia, risco de morte. Tem muita gente que aparece para visitas, e isso n\u00e3o \u00e9 legal neste momento, para a pr\u00f3pria pessoa e para os pacientes. Para n\u00f3s, que trabalhamos na \u00e1rea da sa\u00fade, \u00e9 melhor que as pessoas fiquem em casa at\u00e9 este momento passar. Isso nos ajuda muito<\/em>.\u201d<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>Na batalha contra o v\u00edrus\u00a0<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">Se voc\u00ea tamb\u00e9m presta algum servi\u00e7o indispens\u00e1vel \u00e0 popula\u00e7\u00e3o do Distrito Federal ou conhece algu\u00e9m que est\u00e1 na liha de frente do combate ao coronav\u00edrus, grave um v\u00eddeo com depoimento no Instagram e marque com a hashtag #aquelesquecuidamdenos. As imagens poder\u00e3o ser reproduzidas no site do\u00a0<strong>Correio<\/strong>, para levar essa importante mensagem aos leitores.\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><em>Fonte: Correio Braziliense<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"wpf_wrapper\"><a class=\"print_link\" href=\"\" target=\"_blank\">Preparar para impress\u00e3o<\/a><\/p><!-- .wpf_wrapper -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O isolamento social necess\u00e1rio no combate \u00e0\u00a0Covid-19\u00a0tem como exce\u00e7\u00e3o algumas \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o essenciais em que trabalhar de casa n\u00e3o&hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":13995,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7,101],"tags":[],"class_list":["post-13994","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","category-olho-vivo"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/sindesvdf.com.br\/news\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/vigilante-h.png","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sindesvdf.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13994","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sindesvdf.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sindesvdf.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindesvdf.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindesvdf.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13994"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/sindesvdf.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13994\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14002,"href":"https:\/\/sindesvdf.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13994\/revisions\/14002"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindesvdf.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media\/13995"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sindesvdf.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13994"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindesvdf.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13994"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindesvdf.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13994"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}